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57 results found with an empty search

  • Karla Fontoura | homepage

    Karla Fontoura Karla Fontoura - Comunicóloga formada na UNEB, graduanda em Pedagogia pela UNOPAR e escritora baiana de textos informativos e poemas, palestrante, tradutora, mãe feminista de Kabir. Colunista dos blogs Não me Kahlo e Mães que escrevem. Pessoa não-binária (ela, ele, elu) e pansexual. Luto pelas mulheres e as crianças e busco conectar informações relevantes para mudanças de consciência e comportamento. Instagram: @karla.expansiva.dilacerante Artigos da Colunista

  • QUEM SOMOS | homepage

    Quem somos? O Portal Soteroprosa teve ínicio em Julho de 2017. Partiu da confluência de pessoas com formações, pensamentos e opiniões diferentes, e nem sempre convergentes, na construção de um projeto em comum. Nos unimos em torno de uma proposta: criar um espaço voltado para reflexão, conhecimento e entretenimento , abarcando o máximo de pessoas, com o objetivo de suscitar o debate sobre diversos temas, sem perder a universalidade. Estamos atento às novas formas de produzir conteúdo, incluindo as novas mídias. Hoje, somos um dos maiores e mais antigos portais independentes de textos críticos contemporâneos de Salvador. Nossos números Mais de 1 milhão de impressões;* Mais de 1.500 textos publicados;** Mais de 32 mil leitores;*** Mais de 60 mil visualizações;** Mais de 1.000 acessos diários. *Através do site Google por conta do termo “esquerdomacho” em um ano de publicação do texto. **Ao longo de 7 anos de existência do site. ***Entre 2023 e 2024. Nossos destaques Vários textos do Soteroprosa são um sucesso em acesso, engajamento e visualizações. Confira alguns: Você sabe quem é Teresa de Benguela? +3.400 visualizações “O certo a ser feito”: as marcas do utilitarismo no nosso dia a dia +6.000 visualizações Enxergar além: uma reflexão sobre o exercício do olhar +5.000 visualizações

  • Conselho | homepage

    CONSELHO O Conselho é composto pelos membros mais antigos da Soteroprosa Olhares Contemporâneos desde a sua formação original em julho de 2017. Jacqueline Gama Alan Rangel Carlos Cardoso Email soteroproseando@gmail.com Telefone (71) 996621570

  • Áurea Añjaneya | homepage

    Áurea Añjaneya Sou uma devota de Krishna. Pré-iniciada pelo guru Dhanvantari Svami como Adisvari. Daí carinhosamente Adi ou Tia Didi. Prezo por enriquecedoras trocas sociais, com muito bom humor, “boa” música (música é vida!) e cumplicidade. Gosto de gente bonita por dentro. Vivo como mulher preta proletariada, mãe bio de uma criança pequena e mãe adotiva de uma adolescente. Amo praia, sol e minha Bahia. Praieira de nascença, pelo litoral morei em Salvador, Lauro de Freitas, Aracaju, João Pessoa e Recife. Na floresta, morei em Serra dos Carajás/PA. Atualmente moro no sertão de Paulo Afonso, às margens do Velho Chico. Amo viajar e já rodei bastante este Brasil de Norte a Sul, geralmente atrás de festivais Hare Krishna! Feminista, militante em defesa da infância, das crianças e das mães/cuidadores, a favor de terapia para todes e da desestigmatização dos portadores de doenças mentais, sou contra o racismo, a LGBTQIAPN+fobia, o machismo, a misoginia, a gordofobia, a xenofobia, a aporofobia, e a intolerância religiosa, principalmente às religiões de matriz africana. Sou do tipo “ninguém larga a mão de ninguém”. E não largo mesmo. Me formei em Comunicação (Produção em Comunicação e Cultura) na UFBA em 2015, produzi diversos eventos na capital baiana, e atualmente enfrento Pedagogia na UNEB. Prazer! Contato: jagudasi@hotmail.com Instagram: @aurea.anjaneya Artigos da Colunista

  • Xico Cláudio | homepage

    Xico Cláudio Xico Cláudio é acima de tudo um amante do comportamento humano. Gosta de pensar sobre a vida, o autoconhecimento e as relações humanas. Formado em Jornalismo, com especialização em "Psicologia Organizacional " e um MBA em Recursos Humanos, atualmente está realizando um sonho, que é cursar a graduação de "Psicologia". Temas como o sofrimento, a morte e o luto fazem parte de seus estudos, o que leva também a sua participação como voluntário no grupo Luto do Homem. Para nutrir a alma, Xico gosta de ler, ouvir música, viajar, ir ao cinema e conversar durante horas Email: xicoclaudio1@gmail.com Artigos do colunista

  • Ramon Argolo | homepage

    Ramon Argolo Ramon Argolo é poeta, compositor, cantor e administrador soteropolitano. Autor de três livros, Dor de Pancadinha (2015), Multiverso Nefasto (2020) e A Vida Se Borda Em Versos (2022) teve seus trabalhos reconhecidos, dentre outros locais e eventos, na Colômbia e no México sendo convidado a participar da 1era Feria Virtual del Libro de Colombia (dez/2020) com seu livro Multiverso Nefasto, da primeira edição da coletânea mexicana Palabra Infinita (nov/2020) e do III Conversatorio Internacional de Escritores realizado virtualmente com participação de escritores de diversos países da América Latina e Central, além de ter sido homenageado junto a outros escritores no municipio de Pojuca, município baiano, no "Sarau diz que é de Pojuca". O poeta compositor Ramon Argolo que já liderou bandas como a "Madrigais" e a "Madrigal Urbano" também lançou em 2020 o seu primeiro EP intitulado "Escute", produzido e arranjado pelo produtor e compositor Preto Paulo, contendo cinco composições autorais e uma interpretação. Seus trabalhos musicais podem ser encontrados em todas os canais e mídias de streaming. Instagram: @poetaramonargolo Facebook: Ramon Argolo - Poeta YouTube: @ramonargolo Spotify e outras plataformas de streaming: Ramon Argolo Textos do autor

  • Ananda Almeida | homepage

    Ananda Almeida Olá, eu me chamo Ananda Almeida Martins. Sou graduanda no curso de psicologia, amante de filosofia, artes e principalmente música. Participo ativamente de projetos acadêmicos e tenho muito interesse pelo conhecimento e pelo aprendizado. Estou sempre aberta para ouvir novos pontos de vista e compreender melhor a opinião das pessoas, pois assim acredito que o mundo pode se tornar um lugar mais respeitoso. Fora do ambiente acadêmico, sou uma empresária feminista que valoriza o movimento e se compromete em lutar junto com as mulheres para fazer do mundo um lugar mais confortável e digno para todas nós. O respeito, a luta por igualdade e o desejo de usar o conhecimento de forma positiva para ajudar as pessoas são os meus maiores valores como pessoa e como profissional. Artigos da Colunista

  • CONTE SUA HISTÓRIA | homepage

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  • Laís Albuquerque | homepage

    Laís Albuquerque Graduanda em Pedagogia pela UFBA. Pesquiso sobre Políticas Públicas de Educação Infantil, pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC). Também, pelo mesmo programa investiguei sobre “Projetos e programas educativos sobre Fake News”. Tudo que mobiliza meus sentimentos se torna pauta de escrita para mim. Mas, sempre oferecendo mais perguntas do que respostas, porque eu também não as possuo. Artigos da colunista

  • Gilberto Reys | homepage

    Gilberto Reys Eu sou ator formado no curso livre do Sesc (2011-12) na Escola de Teatro Gil Santana (12-14) e na Universidade Livre do Teatro Vila Velha. (14-18). Produtor cultural, realizei diversos espetáculos e shows independentes entre 2014 e 2023. Atualmente prestes a concluir Direção Teatral na Escola de Teatro da UFBA. Além disso, um semi jovem de 31 anos, candomblecista, pardo e apaixonado pelo Teatro. Minha missão no Soteroprosa é conectar assuntos do dia-a-dia com indicações do rolê teatral de Salvador e assuntos que podem salvar o mundo do obscurantismo e do ódio. Contato: https://linkme.bio/Gilbertoreys/ Instagram: @gilbertoreys ​ Artigos do colunista

  • Mirian Hapuque | homepage

    Mirian Hapuque Venho do Mato Grosso, mais precisamente do portal da Amazônia, de uma cidadezinha chamada Alta Floresta, onde as mulheres correm com a mesma força e destreza das onças. Crescer nesse canto do mundo, por si só, foi uma aventura que me rendeu muitas histórias para contar e contextos distintos para enfrentar. Porém, a minha busca por raízes mais profundas me trouxe para “Salvamôr”, uma cidade que me acolheu de braços abertos e me apresentou às minhas origens culturais e existenciais. Aqui eu pude me compreender enquanto mulher negra, latina, operária cultural, mãe, bissexual, anticapitalista e, principalmente, a reconhecer a riqueza e as responsabilidades que vêm junto da rica história de existência e (re)existência dos meus ancestrais. ​ Aqui também, na Universidade Federal da Bahia (UFBA), comecei o bacharelado em Artes, um curso que me permitiu mergulhar de cabeça no mundo da criação e da expressão. Viver ativamente os vários universos da “Federal”, tanto no aspecto cultural como no político, me rendeu, além de muitas histórias e memórias boas e ruins, muita bagagem e repertório para lidar com esse “mundão”. Mas minha história não estaria completa sem mencionar um capítulo muito especial: minha maternidade. Sou mãe de uma menina incrível. Cabe aqui dizer que também sou filha de outra mulher incrível. Embora esse fato não nos defina, não quero colocar a maternidade em um lugar de menor importância na sociedade e nem na vida das mulheres, mas sim expressar a minha crença de que somente a maternidade não dá conta de traduzir a nossa força e potencialidade. ​ Com base nisso, dentro das minhas condições, optei por uma maternagem dissidente. Minha mãe, uma mulher forte que carregou o peso da maternidade solo, abandonou seus próprios sonhos para cuidar de mim e do meu irmão, e reconheço o quão desafiador isso deve ter sido. Aprendi muito com ela, especialmente o que significa fazer o melhor que se pode com o que se tem. No entanto, quis dar à minha filha uma referência diferente, subverter essa lógica e mostrar a ela que é possível perseguir seus sonhos enquanto se é mãe. E por falar em minha mãe, foi através dela que minha paixão pelo cinema começou. Lembro-me dos finais de semana em que ela nos levava à locadora de vídeos. A escolha de um filme se tornava nosso ritual de conexão, um pequeno escape da realidade, onde minha imaginação podia voar livremente. Apesar de sua rotina exaustiva como mãe solo, esses momentos eram preciosos e despertaram em mim um amor pelo cinema que foi crescendo ao longo dos anos. O cinema foi e sempre será o meu refúgio em tempos difíceis, pois me permite não apenas fugir por alguns instantes dos meus conflitos, mas também refletir sobre eles. A possibilidade de imaginar realidades distintas abre portas para que o meu mundinho se comunique com outros mundinhos, mesmo que esses só existam na fantasia e sejam frutos da imaginação de outras pessoas. Hoje me apresento como “gostadeira de filmes”. Acredito que o termo cinéfila não se aplica, mesmo eu já tendo visto uma quantidade razoável de filmes e mantendo uma certa periodicidade interessante no consumo. Também sou produtora audiovisual, o que me permitiu e me permite entender e explorar os impactos das narrativas visuais. Sempre busquei escrever conectando o universo cinematográfico a reflexões do contexto social, acreditando que os aspectos técnicos dos filmes existem para enriquecer essa experiência. Não limitando, mas buscando sempre ampliar, é essa visão que espero compartilhar com vocês através das minhas críticas e análises. ​ Artigos da Colunista

  • Site | Soteroprosa Olhares Contempoâneos] | Bahia

    Alan Rangel Jul 25, 2022 2 min QUAL DEMOCRACIA? 21 0 comments 0 Post not marked as liked

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