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  • QUEM SOMOS | homepage

    A Nossa História A Soteroprosa teve ínicio em Julho de 2017. Partiu da confluência de pessoas com formações, pensamentos e opiniões diferentes, e nem sempre convergentes, na construção de um projeto em comum. Nos unimos em torno de uma proposta: criar um espaço voltado para reflexão, conhecimento e entretenimento , abarcando o máximo de pessoas, com o objetivo de suscitar o debate sobre diversos temas, sem perder a universalidade. Estamos atento às novas formas de produzir conteúdo, incluindo as novas mídias. Missão Nossa proposta aqui tem caráter educativo: expor opiniões e reflexões sobre comportamento, sociedade, política, cultura, arte e literatura, temas da contemporaneidade inseridos no contexto das nossas formações. No entanto, busca-se, na medida do possível, sair da zona de conforto para aventurar em “mares nunca antes navegados”, explorando múltiplos conteúdos. Em mundo cada vez mais repleto de informações desordenadas, a Soteroprosa arrisca-se a pincelar frações da realidade, tornando-a menos caótica. Visão A menção feita à cidade de Salvador presente no nome do site é proposital. Com ela, buscamos demarcar uma posição, não apenas geográfica, mas em algum sentido próprio, ou seja, original. Soteroprosa é um espaço para a circulação de um pensamento em terras baianas e nordestinas, mas que não se prenderá apenas a um “bairrismo”, pois se apresenta como ambiente para criação de reflexões sobre o resto do país e do mundo, algo que informalmente apelidamos de um soterocosmopolitismo: pensar o mundo que nos cerca a partir de onde estamos, sem recusas ao que se produz em outros lugares, preservando a nossa autonomia. Cabe ressaltar que não pretendemos tornar o site um espaço de produção científica. Embora nossas trajetórias profissionais estejam em alguma medida relacionadas ao ambiente acadêmico, nosso objetivo principal é tornar nosso pensamento público, discutindo os mais diversos assuntos por meio de uma escrita que seja acessível a quem se interessar. A produção da Soteroprosa reflete as perspectivas e trajetórias individuais de cada autor, que visam discutir sobre os mais variados assuntos, de forma clara ao leitor. A partir de tais desdobramentos, ressaltamos que a Soteroprosa não possui afinidade ideológica, política e partidária, embora seus autores possam posicionar-se livremente, mas respeitando a independência do portal. Lembramos que não somos contrários a tais fins, mas fugiria ao nosso foco.

  • Gilberto Reys | homepage

    Gilberto Reys Eu sou ator formado no curso livre do Sesc (2011-12) na Escola de Teatro Gil Santana (12-14) e na Universidade Livre do Teatro Vila Velha. (14-18). Produtor cultural, realizei diversos espetáculos e shows independentes entre 2014 e 2023. Atualmente prestes a concluir Direção Teatral na Escola de Teatro da UFBA. Além disso, um semi jovem de 31 anos, candomblecista, pardo e apaixonado pelo Teatro. Minha missão no Soteroprosa é conectar assuntos do dia-a-dia com indicações do rolê teatral de Salvador e assuntos que podem salvar o mundo do obscurantismo e do ódio. Contato: https://linkme.bio/Gilbertoreys/ Instagram: @gilbertoreys ​ Artigos do colunista

  • Mirian Hapuque | homepage

    Mirian Hapuque Venho do Mato Grosso, mais precisamente do portal da Amazônia, de uma cidadezinha chamada Alta Floresta, onde as mulheres correm com a mesma força e destreza das onças. Crescer nesse canto do mundo, por si só, foi uma aventura que me rendeu muitas histórias para contar e contextos distintos para enfrentar. Porém, a minha busca por raízes mais profundas me trouxe para “Salvamôr”, uma cidade que me acolheu de braços abertos e me apresentou às minhas origens culturais e existenciais. Aqui eu pude me compreender enquanto mulher negra, latina, operária cultural, mãe, bissexual, anticapitalista e, principalmente, a reconhecer a riqueza e as responsabilidades que vêm junto da rica história de existência e (re)existência dos meus ancestrais. ​ Aqui também, na Universidade Federal da Bahia (UFBA), comecei o bacharelado em Artes, um curso que me permitiu mergulhar de cabeça no mundo da criação e da expressão. Viver ativamente os vários universos da “Federal”, tanto no aspecto cultural como no político, me rendeu, além de muitas histórias e memórias boas e ruins, muita bagagem e repertório para lidar com esse “mundão”. Mas minha história não estaria completa sem mencionar um capítulo muito especial: minha maternidade. Sou mãe de uma menina incrível. Cabe aqui dizer que também sou filha de outra mulher incrível. Embora esse fato não nos defina, não quero colocar a maternidade em um lugar de menor importância na sociedade e nem na vida das mulheres, mas sim expressar a minha crença de que somente a maternidade não dá conta de traduzir a nossa força e potencialidade. ​ Com base nisso, dentro das minhas condições, optei por uma maternagem dissidente. Minha mãe, uma mulher forte que carregou o peso da maternidade solo, abandonou seus próprios sonhos para cuidar de mim e do meu irmão, e reconheço o quão desafiador isso deve ter sido. Aprendi muito com ela, especialmente o que significa fazer o melhor que se pode com o que se tem. No entanto, quis dar à minha filha uma referência diferente, subverter essa lógica e mostrar a ela que é possível perseguir seus sonhos enquanto se é mãe. E por falar em minha mãe, foi através dela que minha paixão pelo cinema começou. Lembro-me dos finais de semana em que ela nos levava à locadora de vídeos. A escolha de um filme se tornava nosso ritual de conexão, um pequeno escape da realidade, onde minha imaginação podia voar livremente. Apesar de sua rotina exaustiva como mãe solo, esses momentos eram preciosos e despertaram em mim um amor pelo cinema que foi crescendo ao longo dos anos. O cinema foi e sempre será o meu refúgio em tempos difíceis, pois me permite não apenas fugir por alguns instantes dos meus conflitos, mas também refletir sobre eles. A possibilidade de imaginar realidades distintas abre portas para que o meu mundinho se comunique com outros mundinhos, mesmo que esses só existam na fantasia e sejam frutos da imaginação de outras pessoas. Hoje me apresento como “gostadeira de filmes”. Acredito que o termo cinéfila não se aplica, mesmo eu já tendo visto uma quantidade razoável de filmes e mantendo uma certa periodicidade interessante no consumo. Também sou produtora audiovisual, o que me permitiu e me permite entender e explorar os impactos das narrativas visuais. Sempre busquei escrever conectando o universo cinematográfico a reflexões do contexto social, acreditando que os aspectos técnicos dos filmes existem para enriquecer essa experiência. Não limitando, mas buscando sempre ampliar, é essa visão que espero compartilhar com vocês através das minhas críticas e análises. ​ Artigos da Colunista

  • Site | Soteroprosa Olhares Contempoâneos] | Bahia

    Alan Rangel Jul 25, 2022 2 min QUAL DEMOCRACIA? 21 0 comments 0 Post not marked as liked

  • Murillo Nonato | homepage

    Murillo Nonato Murillo Nascimento Nonato é graduado em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (2013) e em Ciências Sociais pela Cruzeiro do Sul (2022). Possui mestrado em Cultura e Sociedade pela Universidade Federal da Bahia (2017) e atualmente está cursando o doutorado em Antropologia na mesma instituição. Autor do livro "Vivências afeminadas: pensando corpos, gêneros e sexualidades dissidentes", sua pesquisa abrange os temas consumo, gênero e sexualidade. Instagram: avenca.i Artigos do colunista

  • Taís Maria | homepage

    Taís Maria Me chamo Taís Maria e sou sul-matogrossense. Tenho 22 anos e moro na Bahia desde os 11, a outra metade da minha vida passei no Rio de Janeiro. Curso ciências sociais na Universidade Federal da Bahia e pretendo seguir a carreira de professora. Tenho duas paixões escrever e ensinar. Espero através da minha escrita contribuir com boas reflexões críticas e suscitar questionamentos acerca da sociedade atual. Instagram: ta.ism Artigos da colunista

  • Polly Moraes | homepage

    Polly Moraes Sempre tive uma visão de mundo diferente das outras pessoas. Mas acreditava que todos pensavam como eu, até que comecei a escrever e me assustei ao perceber que cada mente é um universo. Formada em Comunicação Social com Habilitação em jornalismo, passeio pela criação de romances, roteiros, crônicas, poesias, poemas e contos - que ganham destaque em antologias diversas -, e pretendo continuar na área da comunicação. Meu sonho desde os oito, quando ganhei aquele diário lilás com o cadiadinho ridículo que todos poderiam arrombar: ser escritora. A gente se vê por aí! ;) @apollypur ​ Artigos da colunista

  • Marianna Farias | homepage

    Marianna Farias Mulher, baiana, poetisa, educadora, historiadora e mestranda em História Social pela Universidade Federal da Bahia, leciona na Rede Estadual de Ensino Básico e coordena o núcleo de Ciências Humanas do cursinho popular PreVestSsa. É amante da História das Mulheres, defensora dos Direitos Humanos e, com unhas e dentes, luta por um ensino público e de qualidade para tod@s, pois conhecimento é, para além de libertador, algo que nunca poderão tirar de nós! Instagram: @mariannatfarias Contato: mariannatfarias@gmail.com Artigos da Colunista

  • Yago Pedroza | homepage

    ​ Yago Pedroza Menezes Lima nasceu no dia 25 de Fevereiro de 1998 na cidade de Salvador - BA. Atua como baixista e professor de música. Como baixista, trabalha principalmente como músico de sessão em shows e gravações. Possui grande influência do rock, do pop e da MPB, em especial de bandas e músicos das décadas de 70, 80 e 90. Também participa com muita felicidade da banda cover do Led Zeppelin e Deep Purple: "Starship", a qual é um dos fundadores, também atua como baixista na banda de samba-rock "Maori Flock". Já como professor, integra com muita honra o time de educadores da Academia de Música Fabio Maka, onde exerce a função de professor de baixo e violão, para todas as idades. Em suas publicações textuais adota uma comunicação leve e descontraída, trazendo um pouco de seu ponto de vista sobre determinados temas, a fim de promover uma discussão saudável entre os leitores usufruindo, quando cabível, de suas experiências pessoais. Email: yago.pedroza@gmail.com Instagram: @yago.pedroza ​ Artigos do colunista Yago Pedroza

  • Deise Natividade | homepage

    Deise Natividade Nascida sob o sol de fevereiro de 1993, sou para alguns Deise, outros Damile... Natividade... Deisinha e Mile. Enfim! Sou dona de toda rima que há em mim. Faço parte de uma família materna, com um número expressivo de professores e uma família paterna que antes e após a morte do meu pai sempre me diz: estamos com você! (E sei que estão mesmo!) Em meio a esse “combo”, sempre fui aquela que colecionava papéis (uma tia materna que o diga RS), rabiscava livros, escrevia textos nas últimas folhas do caderno da escola, escrevia cartas para amigos e professores. Até que uma professora de filosofia leu um dos textos e disse: - Você escreve crônicas! E daí, foi um caminho sem volta. Com as indicações das minhas professoras de língua portuguesa mergulhei em Rubem Braga, Luís Fernando Veríssimo, Machado de Assis, Clarice Lispector, Martha Medeiros e nas histórias das mulheres fortes que conheço como, por exemplo, a minha mãe, Rita e irmã, Daiane. Assim, não tem jeito, não é? Sou letróloga por paixão. Amo lecionar. E quando os meus alunos falam “Pró, você gosta de ensinar, né?” ou me mostram algum livro que compraram. Eu não seguro o riso, pois sei que naquele instante eles conseguiram captar a minha alma. Sou graduada em Letras vernáculas pela UNIFACS, atualmente sou aluna de pós- graduação do curso de Educação e tecnologia pela UNEB, participei de trabalhos com revisão de textos acadêmicos para a revista Artífices, tenho crônicas publicadas em coletâneas pela editora OFF FLIP (2022-2023) e ando com uns projetos ainda guardados (não sei o porquê do “ainda”) para o mestrado. Porém, acredito que os títulos não me definem. Faço apenas o que faço, porque gosto. No quesito fé, tenho uma definição há 15 anos. Não participo de nenhuma festa ditada pelo calendário, mas como uma verdadeira caçadora de poesia eu festejo os detalhes desimportantes tal como Manoel de Barros versou. Sempre ando com alguma música (as mais diversas) na cabeça. Tenho predileção pelo azul, ficar em casa, lealdade e sinceridade. Sim! Não escondo uma verdade. E quem me conhece sabe que esse é um dos meus traços mais fortes. Apesar de tantos pontos finais nessa bio, eu sou uma pessoa em construção, por isso acho que Nando Reis me define (em partes) quando canta: Será que eu sei Que você é mesmo Tudo aquilo que me faltava? Artigos da colunista

  • DEPOIMENTOS | homepage

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  • Camila Alemany | homepage

    Camila Alemany Meu nome é Camila Alemany, mulher, mãe e artista chilena, trabalho como ilustradora e designer, trabalho de maneira independente com projetos autorais e realizando parcerias com outras marcas nacionais e internacionais. Atualmente moro na Bahia, junto às minhas crianças, Luan e Lara, longe da cordilheira de Los Andes, porém perto do mar em uma casa cheia de plantas e luz no centro histórico de Salvador. Ao longo do tempo tenho realizado diversos estudos em design, ilustração e pintura digital. A leitura é uma das minhas grandes paixões e a escrita tem se tornado um exercício cotidiano que me permite comunicar desde outro lugar, complementando minha narrativa visual com palavras. Meu trabalho está centrado na pesquisa e observação da mulher da América Latina. A diversidade cultural, presente no território, e o realismo mágico característico da região são fonte inesgotável de inspiração em meu processo criativo. ​ A ancestralidade, a diversidade dos corpos, a maternidade, a sororidade, o feminino e os feminismos são conceitos presentes no meu trabalho. Na minha obra procuro representar de maneira sensível e poética, histórias oníricas que giram em torno do universo feminino. Histórias que acolhem e abraçam por meio da minha própria linguagem metafórica e simbólica. ​ Atualmente meu trabalho se concentra na criação de obras autorais e ilustrações para marketing, produtos e projetos colaborativos de diversos segmentos, destacando minha participação como ilustradora e designer no 8M do Chile para a CUT Chile (2023) e a ONU Mujeres Chile (2022). Camila Alemany @camilalemany www.camilalemany.online

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